sábado, setembro 25, 2010

"TIC TAC..."



Carimbar no dia que começa um sorriso de orelha a orelha.
Tatuar a alegria na palma da mão e fecha-la para que ela não se solte jamais.
Prender os cabelos com as flores estação, trazê-las ainda nos bolos, na gola do paletó...
Ecoar a felicidade em todas as esquinas, nas ruas por onde passar, nas portas alheias.
Fazê-la proliferar, como uma doença contagiosa, uma pandemia sem cura!
Eu quero é a dança do tempo, o gosto das coisas, o cheiro dos sons, a letra das músicas, a rima sem rima.
Eu quero a totalidade da vida, a inesgotável totalidade das horas que se acabam...
Tic tac tic tac...
Vida!

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