quarta-feira, fevereiro 23, 2011

As coisas que eu menos falo, são aquelas em que mais penso.



O amor não acaba.
O amor apenas sai do centro das nossas atenções.
O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar.
Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.

domingo, fevereiro 20, 2011

Me recompor das tempestades.



Já não quero ser grande, forte, inatingível...
Quero ser, por hora, de um tamanho que eu ainda me reconheça, que ainda saiba me encontrar no passado ou um dia no futuro...
Quero ser humana, quero ser carne e osso, quero sentir, quero tocar...
Quero poder ser isso que sou na medida qualquer do tempo, estar sempre pronta a me recompor das tempestades;
Não devo estar tão errada.

Vale muito.



Se for preciso, eu correrei riscos só pra participar daquele momento, se for preciso eu vou rir para não chorar, se for preciso eu vou beijar pra esquecer, se for preciso eu amarei alguém que nunca irá me amar, se for preciso eu vou quebrar a cara pra aprender, eu farei tudo isso para me sentir realizada pra ser feliz e poder dizer que corri atrás da minha felicidade e que o preço a pagar pode ser caro mais não tem nada que vale mais do que os momentos que passei isso vale muito mais do que qualquer coisa.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Qual é o ponto?


Qual é o ponto em que se deve parar?
É exatamente o que tenho me perguntado todos os dias.
Às vezes tenho a leve impressão de que a vida nada mais é do que um rio com destino certo que te leva para onde ela quer que você vá.
Que vai te empurrando sem se importar com os seus desejos, suas vontades...
Estou aqui parada e não tenho certeza se é aqui que eu gostaria de estar, se depois de toda essa luta é aqui que eu deveria estar.
Mas eu aceito. Sim, aceito. Uma das lições que a dor te proporciona é exatamente essa: aceitação.
Você passa aceitar pelo simples fato de que ir contra os fatos causa mais dor.
Tudo dentro de mim tem sede de vida, cada parte do meu corpo que dói e pede socorro esta pronta para recomeçar e eu não caibo mais dentro mim.
Meus olhos cansados de procurar beleza aonde não têm ficam vidrados com a possibilidade de brilhar novamente, sentada na varanda da minha casa crio mil formas de vencer os meus medos, desafio todos os gigantes com um só sorriso e venço.
O mais engraçado é que em todos os meus sonhos mais profundos eu venço, dá para acreditar?
Será que eu ainda acredito em finais felizes? Será que o meu intimo ainda espera que a palavra ‘sempre’ exista? Não sei. Tudo que eu sei é que eu ando tão só, tão perdida.
Tudo que eu sei é que são várias as noites que me jogo em minha cama e tento chorar. Obviamente não consigo, então grito ou começo a gemer baixinho, um gemido de dor que me assusta e é exatamente em momentos como esse que eu lembro da mesma pessoa. Mas eu sei que no outro dia o sol vai nascer e um novo dia vai me convidar para fechar os olhos e acreditar no final feliz e assim tenho levado a minha vida. Você deve estar se perguntando se não é triste ser assim tão sozinha e desacreditada e eu te respondo: a gente se acostuma.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

E se...? Jogue essas 3 letras fora!!!


E se. E se eu tivesse cumprido a promessa.
E se eu tivesse dito como eu me sentia.
E se eu tivesse percebido mais cedo.
E se eu tivesse estudado mais.
E se eu não tivesse saído naquela noite.
E se eu tivesse dito sim.
E se eu tivesse ligado.
E se meu sonho virasse verdade.
E se eu recebesse um SMS logo.
E se eu tivesse acordado mais cedo.
E se eu não tivesse jogado aquele papel fora.
E se, e se, e se...
O e se morreu no momento que o talvez virou sim ou não.
E se eu tivesse feito. Desculpa, mas não fez.
Não adianta encher sua cabeça de dúvidas por algo cuja decisão já foi feita, essa é a forma mais fácil de ficar louco.
Lamento ser rude, mas o e se não muda nada. Agir muda tudo.
Faça! Se arrependa depois, mas tenha a certeza de ter tentado.